7ª edição (2025): Alex D’Ambrosi de Melo, Bibi Souza de Carvalho, Emillyn Vivian da Silva, Jhosef Abrantes de Quadros, Letícia Marques Caviola Foiani, Maria Beatriz Fagundes e Michelle Mantovani
6ª edição (2024): Aline Oliveira Souza, Jhosef Abrantes de Quadros, Luciano Gonsales Caetano, Maria Beatriz Fagundes, Michelle Mantovani e Yuri Silva
5ª edição (2023): Giovanna Fincatti dos Santos, Jhosef Abrantes de Quadros, Luciano Gonsales Caetano, Maria Beatriz Fagundes, Michelle Mantovani e Sarah Moura de Souza
4ª edição (2022): Edmur Bez Tavares, Luciano Gonsales Caetano, Mariana Mota Martins, Maria Beatriz Fagundes
Máquinas são instrumentos[Blog1] que passaram pelo crivo da teoria científica. Sem o avanço científico a revolução industrial não teria ocorrido. As máquinas foram se tornando cada vez maiores e mais caras, mas em compensação conseguiam produzir bens mais baratos e numerosos. Apesar dessa qualidade, a evolução do instrumento para máquina inverteu a relação do humano com estes: se antes os instrumentos funcionavam em função dos humanos, os humanos passaram a funcionar em função das máquinas. O tamanho e preço das máquinas fizeram também que apenas alguns humanos as possuíssem: os burgueses. Ao longo das revoluções industriais, o ser humano ficou cada vez mais alienado das intenções originais dos instrumentos maquínicos, e das próprias relações sociais que ali estavam se formando. Mas essa situação se complicaria ainda mais: o surgimento dos aparelhos.[Livro1][blog2].
Aparelhos são instrumentos que, através do desenvolvimento da teoria científica, passaram a simular o próprio pensamento humano. Ou seja, passaram a armazenar, transformar, permutar e comunicar símbolos, automaticamente. Aparelhos são verdadeiros brinquedos complexos, que por vezes brincamos tentando adivinhar seu comportamento, mas interagindo com eles estamos totalmente alienados sobre o que ocorre tanto dentro deles quanto dentro de nós mesmos[1]. Eles são verdadeiras caixas pretas, caixas que programam seus usuários para um comportamento determinado. Na sociedade pós-industrial, dominada pelos “aparelhos inteligentes” – smartbooks, smartwatches e smartphones – estamos sendo programados a todo momento; nosso pensar foi substituído pelo pensar dos aparelhos. Estamos carcerados com uma ilusão de liberdade. Nossa liberdade só poderá ser restituída quando passarmos a profaná-los. Você já sabotou a câmera do seu celular hoje?[Livro1]
3ª edição (2021): Beatriz Favero Bedin, Gabriel Lopes Pereira, Kaue Nogueira de Carvalho Mariano, Luciano Gonsales Caetano, Maria Beatriz Fagundes e Sarah Olinda Pinheiro
2ª edição (2020): Luciano Gonsales Caetano e Maria Beatriz Fagundes
1ª edição (2019): Luciano Gonsales Caetano e Luciano Soares da Cruz